Lu do Valle

A autora do City Cos®

Retrato de Lu do Valle

Designer e doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (U.P.), investigou na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da U.P. e é atualmente professora universitária.
Administrou a sua primeira empresa durante 15 anos – O Atelier da Imagem.
Foi premiada por diversas vezes, destacando-se o 1° Prémio europeu para a marca “Eurocities, the network of major europien cities”.
Desenvolveu trabalhos para alguns países tais como; Portugal, EUA, Dubai, Arábia Saudita, Austrália, África do Sul, Líbia, México, Nova Zelândia, França, Itália, Alemanha, Grécia, Espanha, Finlândia, Angola e Rússia.
Em 2010, criou um sistema totalmente inovador de geolocalização e organização das cidades, denominado – City Cos®. Este, permite aos turistas e habitantes deixarem de estar perdidos, abrindo um novo conceito de pensar e experienciar as cidades.

A necessidade
do City Cos®

Para se orientar nas cidades, o cidadão normalmente utiliza estes instrumentos de apoio:
— Mapa turístico (papel);
— Mapa turístico (digital);
— Pontos de referência;
— Pessoas locais;
— Placas de toponímia.

necessidade do city cos
necessidade do city cos

Nesta imagem, os cidadãos tentam descobrir o “Eu estou aqui” (passo 1).
Este é o primeiro passo a dar antes de começar qualquer deslocação — só posteriormente se inicia a marcha em direção ao destino “Para onde vou” e “Por onde vou” (passo 2). O City Cos® dá a resposta ao “Eu estou aqui” (passo 1) porque faz a geolocalização, e responde também ao passo 2 com a ajuda do mapa de papel ou digital.

Apesar destes apoios, mais de metade da população — 63% dos cidadãos inquiridos, perde–se involuntariamente. Estar perdido, significa não saber onde se está localizado. Esta ocorrência, não desejada, pode originar danos para o próprio, acarretando custos e suscitando sentimentos negativos, tais como: a insegurança, medo, angústia, pânico, desconforto, nervosismo, impaciência, frustração, impotência, desespero, desorientação, ansiedade e stress, entre outros.
A consequência de se estar perdido, pode resultar na perda de um voo, de uma reunião, consulta médica, encontro com um amigo, palestra, na perda da localização do nosso hotel ou do local onde estacionámos o carro.
Para resolver esta problemática, construímos um sistema de elevada simplicidade e rapidez – City Cos® – Coordinate Orientation System.



O City Cos® é uma marca registada com todos os direitos reservados.


— Inovador;
— Consiste essencialmente na interação entre um mapa e uma sinalética urbana, entre outros mecanismos;
— Prescinde das novas tecnologias digitais, no entanto, está desenhado para ser utilizado por elas;
— É orientado essencialmente para meios urbanos, seus turistas e habitantes;
— Faz a geolocalização a uma velocidade elevada;
— Orienta o cidadão;
— Organiza as cidades (códigos postais, transportes, entre outros);
— Potencia o turismo, a reputação positiva da cidade e a mobilidade;
— Concede segurança ao cidadão.

Investigação

A investigação deste sistema foi iniciada em 2010 e validada cientificamente.
Participaram cerca de 1000 pessoas durante todo o processo, foram estudados 500 mapas turísticos dos cinco continentes, elaborados questionários, entrevistados autores de mapas europeus, examinados os sistemas de orientação mais emergentes de Manhattan, Londres, Paris, Bristol e Sydney, feitos ensaios reais de orientação em Londres, Aveiro e Porto, assim como testes no terreno e em meio laboratorial com resultados estatísticos.

OS RESULTADOS
Os resultados estatísticos dos testes realizados, revelaram que o City Cos® foi mais rápido 450% na geolocalização relativamente ao modelo de comparação utilizado na cidade escolhida como laboratório.

A AMOSTRA
A nossa amostra foi constituída por cidadãos dentro da área da psicologia, engenharia, hotelaria, turismo, limpeza, política, design, gestão, carpintaria, filosofia, medicina, mecânica, história, farmácia, estudantes, entre outras áreas, com idades compreendidas entre os catorze e os oitenta anos, de ambos os géneros, heterogeneidade nas etnias, desde os quatro aos vinte e cinco anos de academismo.